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Religião e felicidade estão interligadas


familia feReligião, felicidade e qualidade de vida estão interligadas, na alegria e na tristeza.
Em uma sociedade marcada pela insegurança e pelo estresse, as pessoas religiosas são mais felizes do que os ateus. Em sociedades mais prósperas, contudo, o número de pessoas que se declara religiosa diminui e tanto os religiosos quanto os ateus apresentam índices semelhantes de felicidade.

Segundo Ed Diener, da Universidade de Illinois (EUA), esta é a primeira pesquisa a analisar a relação entre religião e felicidade em escala global. Os cientistas usaram uma pesquisa realizada em mais de 150 países, que incluiu questões sobre religião, qualidade  de vida, satisfação com a vida, respeito, assistência social e emoções positivas e negativas.

Religião e dificuldades
Vários estudos têm concluído que as pessoas religiosas tendem a ser mais felizes do que as pessoas não religiosas. Religiões têm “ingrediente secreto” que faz pessoas felizes, diz estudo. Mas Diener acredita que a religião e a felicidade estão ligadas às características das sociedades nas quais as pessoas vivem.

“As circunstâncias predizem a religiosidade,” defende ele. “Circunstâncias difíceis induzem mais fortemente as pessoas a se tornarem religiosas. E, em sociedades religiosas e em circunstâncias difíceis, as pessoas religiosas são mais felizes do que as pessoas não religiosas.”

Por outro, em sociedades não religiosas ou em sociedades onde as necessidades básicas das pessoas são atendidas, não foi identificada diferença entre o nível de felicidade entre os dois grupos.

Religião e emoções
A ligação a uma religião institucionalizada parece aumentar a felicidade e o bem-estar em sociedades que não conseguem suprir adequadamente as necessidades por alimentos, emprego, cuidados com a saúde, segurança e educação.
As pessoas religiosas vivendo em sociedades religiosas são mais propensas a se sentirem respeitadas, receberem mais apoio social e experimentar mais emoções positivas e menos emoções negativas do que as pessoas não religiosas dessas mesmas sociedades.

Nas sociedades seculares, que são em geral as mais ricas e que têm melhor assistência social, a religiosidade não parece ter impacto sobre os níveis de felicidade. Na verdade, as pessoas religiosas dessas sociedades relatam ter mais emoções negativas. Em temos globais, 68% das pessoas pesquisadas afirmaram ser religiosas.

Fonte: Redação do Diário da Saúde

 
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Publicado por em 11/05/2014 em Artigos

 

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O Falso e o Verdadeiro SUCESSO.


Cambodia, Angkor Wat, Buddhist Monk at sunsetSucesso e Sucesso “O caminho mais curto para o sucesso é sempre tentar mais uma vez.” Thomas Edison

Os seres humanos, de modo geral, estão sempre muito preocupados em alcançar o sucesso.

O mundo convencionou que sucesso é o triunfo nos negócios, nas profissões, nas posições sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.

Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza física, os jogos do prazer imediato.

Produzem emoções fortes as conquistas dos lugares de relevo e projeção na política, na sociedade.

Inspiram mágoas aqueles que parecem triunfar na glória e êxito terrestres…
Esse sucesso, porém, é de efêmera duração.
Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.

Risos se convertem em lágrimas…
Primazias cedem lugar ao abandono…
Bajulações são substituídas pelo desprezo…
Beleza e juventude são alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.

O indivíduo que luta pela projeção exterior, sofre solidão, vazio, frustrações e tédio.
Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso não é, necessariamente, uma pessoa feliz.

Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguidão, e para mantê-lo desgastam-se emocionalmente, inspiram ódios, guerras surdas ou declaradas, acumulam desgostos.

Entretanto, há outro sucesso efetivo e duradouro que os homens têm esquecido: é a vitória sobre si mesmo e sobre as paixões primitivas.

Dessa conquista ninguém toma conhecimento.
Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora por dominar-se a si mesma, alterando o temperamento, as emoções degradantes, e sente a paz disso decorrente.

O indivíduo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, afável, irradiando bondade, e conquista em profundidade, aqueles que dele se acercam.

Quando, no entanto, é externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupação para manter o status, chamar a atenção, atrair os refletores da fama.

O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indivíduo a doar-se.

O sucesso de Júlio César, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multidão, não o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do senado.

O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, não o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.

O sucesso de Hitler, em batalhas cruéis nos campos da Europa e da África, não alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suicídio vergonhoso.

O sucesso, porém, de Gandhi, fê-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.
O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.

O sucesso dos mártires, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidadãos que amaram, ofereceu-lhes resistência para suportarem as afrontas e crueldades com espírito de
abnegação, de coragem e de fé.

Sem que nos alienemos do mundo, ou abandonemos a luta do convívio social, busquemos o sucesso, a vida correta, os valores de manutenção do lar e da família, o brilho da inteligência, da arte e do amor – e descobriremos que, nesse afã, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.

Fonte http://www.espiritbook.com.br/

 
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Publicado por em 08/05/2014 em Artigos

 

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Número de Consultas em Centros Espíritas ultrapassa o de Grandes Hospitais


unnamedDa Agência USP de Notícias 06/03/2014:

Um levantamento realizado em 55 centros espíritas da cidade de São Paulo aponta que, juntos, os atendimentos espirituais chegam a cerca de 15 mil por semana (60 mil ao mês). “Este número é muito superior ao atendimento mensal de hospitais como a Santa Casa, que atende cerca de 30 mil pessoas, ou do Hospital das Clínicas, com cerca de 20 mil atendimentos”, destaca o médico psiquiatra Homero Pinto Vallada Filho, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). A média relatada de atendimentos semanais em cada instituição foi de 261 pessoas.

“Sabemos, por meio de vários estudos, que a abordagem do tema religiosidade ou espiritualidade exerce um efeito bastante positivo na saúde de muitos pacientes. Por isso, podemos considerar a terapia complementar religiosa ou espiritual como uma aliada dos serviços de saúde”, revela, lembrando que, geralmente, o paciente não tem o hábito de falar sobre suas crenças religiosas e muito menos de contar que realiza tratamentos espirituais em centros espíritas.

Vallada Filho foi o orientador da dissertação de mestrado Descrição da terapia complementar religiosa em centros espíritas da cidade de São Paulo com ênfase na abordagem sobre problemas de saúde mental, de autoria da médica Alessandra Lamas Granero Lucchetti, apresentada ao Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP em dezembro.

A ideia foi mostrar a dimensão do trabalho realizado pelos centros, o grande número de atendimentos prestados e os diferentes serviços oferecidos. Observou-se também que apenas uma pequena minoria realiza cirurgias espirituais, sendo todas sem cortes. Na segunda parte da dissertação, a pesquisadora descreve passo a passo uma terapia complementar espiritual para pacientes com depressão realizada na Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp).

Centros espíritas
A autora realizou um levantamento inicial de todos os centros espíritas da capital paulista que possuíam site na internet contendo endereço de contato. A médica chegou ao número de 504 instituições. Neste levantamento, foram considerados apenas centros espíritas “kardecistas”, ou seja, aqueles que seguem a doutrina codificada pelo pedagogo francês Hippolyte Leon Denizad Rivail, sob o pseudônimo de Allan Kardec, e que tem como base as obras O Livro dos Espíritos (publicado na França em 1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865) e A Gênese (1868).

A médica enviou, via Correios, uma carta registrada a cada um dos 504 centros. Destas cartas, 139 voltaram devido a problemas como mudança ou erro no endereço. Das 370 que restaram, apenas 55 foram respondidas. “Se considerarmos que essa média de 60 mil atendimentos mensais representa menos de 15% da totalidade dos centros existentes na cidade, chegaremos a um número total de atendimentos muito superior aos dos 55 que participaram do estudo”, destaca Vallada.

Um questionário foi respondido apenas pelo dirigente ou pessoa responsável do centro. O material era bastante extenso e continha perguntas ligadas à identificação e funcionamento do centro, o número de voluntários e de atendimentos, as atividades realizadas e os tipos de tratamentos, quais os motivos levavam as pessoas a buscar ajuda, e como é feita a diferenciação entre mediunidade, obsessão e transtorno psicótico e quais orientações para estes casos, entre outras questões.

Resultados
Entre os resultados, foi observado que a maioria são centros já estabelecidos e que têm mais de 25 anos de existência, sendo o mais velho funcionando há 94 anos e o mais jovem com dois anos. Em praticamente quase todos, os usuários são orientados a continuar com o tratamento médico convencional, caso estejam fazendo algum, ou mesmo com as medicações indicadas pelos médicos.

Os principais motivos para a procura pelo centro foram os problemas de saúde: depressão (45,1%), câncer (43,1%) e doenças em geral (33,3%). Também foram relatados dependência química, abuso de substâncias e problemas de relacionamento. Entre os tratamentos realizados, a prática mais presente foi a desobsessão (92,7%) e a menos frequente foi a cirurgia espiritual, (5,5%), sendo todas sem uso de cortes.

Quanto à diferenciação entre experiência espiritual e doença mental, realizada com base em nove critérios propostos pelos pesquisadores Alexander Moreira Almeida e Adair de Menezes Júnior, da Universidade Federal de Juiz de Fora, a média de acertos foi de 12,4 entre 18 acertos possíveis. Apenas quatro entrevistados (8,3%) tiveram 100% de acertos. Entre esses critérios, estão a integridade do psiquismo; o fato de a mediunidade não trazer prejuízos em nenhuma área da vida; a existência da autocrítica; e a mediunidade sendo vivenciada dentro de uma religião e cultura específicos, entre outros.

“Esse levantamento procurou descrever as atividades realizadas nos centros espíritas e salientar não só a grande importância social desempenhada por eles, mas também a grande contribuição ao sistema de saúde como coadjuvante na promoção de saúde, algo que a grande maioria das pessoas desconhece”, finaliza.

Fonte; http://www.espiritbook.com.br/

 
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Publicado por em 17/04/2014 em Noticias

 

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Terapia do passe


Energia pessoalComo pode ser definido o passe aplicado nos Centros Espíritas?

É uma terapia de transmissão de energias, usada milenarmente, com resultados positivos sobre a saúde física e psíquica, através da renovação do campo vibratório de quem o recebe.

Quais os tipos de passe?

O passe pode ser espiritual ou misto.

No passe espiritual, a manipulação de fluidos é feita pela espiritualidade, não sendo necessária a presença do trabalhador passista encarnado. No passe misto, o médium passista emite magnetismo humano, que associado ao espiritual, tem o propósito de beneficiar o receptor das energias.

O passe atua sobre o perispírito e, através do reequilíbrio do corpo espiritual, ocorre a melhora física e psíquica. Porém, essa terapia não dispensa o tratamento médico e psicológico (quando necessário), sendo que a espiritualidade pode, inclusive, atuar potencializando a melhora através da medicação utilizada pelo paciente.

Quando o passe misto é indicado?

O passe misto é, muitas vezes, indicado pelo Atendimento Fraterno para as pessoas que estão em atendimento espiritual na Casa Espírita ou para os enfermos do corpo, para quem o magnetismo de origem humana (do passista) é indicado. Afora isso, cabe a cada um avaliar a real necessidade do recebimento desse passe, a fim de não sobrecarregar os médiuns e os Espíritos, não se utilizando de energias que poderiam ser destinadas a quem realmente precisa.

Posso levar para o passe roupas de um familiar que não foi ao Centro Espírita?

Não é necessário levar para o passe fotos ou roupas das pessoas que desejamos auxiliar. O passe à distância, emitido pelo pensamento de quem se dispõe a ajudar o próximo é importante e eficaz. Se possível, a pessoa que receberá as energias deverá estar em sintonia, vibrando no bem e desejando sinceramente ser auxiliada. Além disso, pode-se levar um recipiente com água para magnetizar em favor do enfermo.

Como aumentar a eficácia do passe?

A fé e o merecimento são as condições necessárias para a eficácia do passe, tendo em vista que torna o auxiliado mais receptivo, formando condições favoráveis para o trabalho espiritual. Além da fé, são também importantes a oração e o recolhimento interior, em especial durante a aplicação do passe.

O passe, sempre que possível, deve ser precedido de uma reflexão doutrinária – uma palestra – facilitando, assim, a elevação do padrão mental vibratório, criando a sintonia com os bons espíritos.

Assimilando com interesse os esclarecimentos acerca da Doutrina Espírita, que auxiliam na realização da reforma íntima, o ouvinte torna-se receptivo aos bons fluidos emitidos pela espiritualidade; por isso é indispensável ouvir atentamente a palestra pública, meditando sobre o assunto, pois durante a sua realização a espiritualidade superior aplica o passe espiritual.

Jesus utilizou o passe?

Sim, o Mestre utilizou-se deste recurso para realizar inúmeras curas, pois era portador de grande potencial magnético. Porém, ele sempre advertia: “Vá e não peques mais”, alertando que as mazelas físicas têm origem no desequilibro espiritual. E que a verdadeira cura ocorre a partir da transformação íntima, liberando dos comprometimentos anteriores, através da mudança de atitudes, do trabalho no bem e da prece.
Fonte: http://www.espiritbook.com.br/

 
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Publicado por em 07/04/2014 em Passes

 

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A nossa colheita


imagesO que plantamos mais cedo ou mais tarde será a colheita que teremos.
Somos agricultores do nosso futuro onde teremos a plantação que por algum motivo plantamos.
Se tivermos o cuidado de tratar da nossa plantação desde a escolha das sementes, da sua germinação, do adubo e da rega, teremos bons frutos, mas, se ao contrário só tivermos jogado a semente sem cuidarmos de ter feito uma boa escolha e deixarmos ela ao léu a plantação que iremos colher nos trará dor e muito sofrimento.

O pensamento e as nossas ações são a colheita e o solo as escolhas nossas de cada dia, onde colocamos as nossas sementes em um bom solo ou num solo pobre de nutrientes.

A vida aqui é uma grande escola aonde viemos com um propósito e temos que procurar caminhos que nos leve a cumprir da melhor maneira esses propósitos.

O que nos leva ao fracasso são as nossas escolhas mal feitas, as nossas atitudes irresponsáveis perante as leis de DEUS, a falta de amor ao próximo à ingratidão, o nosso orgulho e vaidade. Tudo isto nos leva ao fracasso e ao sofrimento.

Feliz seriamos se nos conscientizássemos da nossa imperfeição, das nossas atitudes perante a vida que escolhemos perante as provas que viemos para vencer.

O caminho é estreito Jesus já nos preveniu, temos que apreender a nos conhecer e através dessa análise buscar o aperfeiçoamento necessário ao nosso desenvolvimento espiritual.

Temos que adquirir fé, equilíbrio e estar buscando a razão de tudo aquilo que vem ao nosso encontro. Uma das maneiras para que isto aconteça e a fé, o estudo das leis espirituais e também da dedicação.

Temos que entender que somos devedores, procurando o caminho melhor para amenizar as nossas dividas perante o universo. Sei que não é um caminho fácil, mais em nenhum momento Jesus nos disse que seria fácil.

Jesus nos deu os ensinamentos, nos falou para amarmos a DEUS sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, nos disse que deveríamos buscar o seu reino em primeiro lugar, mas, procuramos os bens materiais, os nossos prazeres e só depois vamos buscar a DEUS e os nossos mentores incansáveis para nos livrar de todos os ataques do inimigo e que muitas vezes não conseguem, pois, estamos cegos e surdos as suas orientações.

Somos os filhos pródigos, somos os filhos que queremos a parte da herança que julgamos ter direito e esquecemos que para ter direito a algo temos que ter deveres.

Acordem meus filhos enquanto o há tempo, Jesus também nos disse, que não saberíamos nem do dia e nem da hora que iria chegar para nos levar de volta a nossa querida pátria.

Vamos pensar, vamos praticar as boas obras e que Jesus tenha misericórdia de nosso planeta e desses amados que aqui estão tendo tanto a aprender e evoluir, até breve e que DEUS possa ilumina-los para todo o sempre.

Pelo espírito do Irmão Abelardo – Mensagem recebida no dia 30 de setembro de 2013 pela médium Terezinha Alcindo Lopes – Grupo de Apoio Francisco de Assis – GAFA

 
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Publicado por em 16/10/2013 em Psicografia

 

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Quarta feira de Amor!


quarta feiraAtendimento Espiritual:
O atendimento espiritual que já ocorre as segundas e as quintas feiras com as entidades (Caboclo, Preto Velho e Guardião) também está sendo oferecido agora nas quartas feiras. O atendimento no GAFA começou no dia 08 de maio no período da tarde.

Agora você tem três dias na semana, escolha o que melhor lhe atende, venha buscar amor e também oferecer através da sua presença. Para o GAFA a formação integral do homem provem do amor e permite a ele superar suas dificuldades de ordem social, moral, religiosa e cultural, e desta forma elevar-se perante a vida, para que se cumpra em si toda a vontade do PAI.

Horário de atendimento – Quartas-feiras – das 16h00 às 18h00
Senhas das 16h00 às 16h30

Sejam bem vindos!

 

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O ambiente do centro espírita


Grupo de oraçãoAs vibrações disseminadas pelos ambientes de um Centro Espírita, pelos cuidados dos seus tutelares invisíveis; os fluidos úteis necessários aos variados quão delicados trabalhos que ali se devem processar, desde a cura de enfermos até a conversão de entidades desencarnadas sofredoras e à fé mesmo a oratória inspirada pelos instrutores espirituais, são elementos essenciais, mesmo indispensáveis a certa série de exposições movidas pelos obreiros da imortalidade a serviço da Terceira Revelação.

Essas vibrações, esses fluidos especializados, muito sutis e sensíveis, hão de conservar-se imaculados, portando, intactas, as virtudes que lhe são naturais e indispensáveis ao desenrolar dos trabalhos, porque, assim não sendo, se mesclarão de impurezas prejudiciais aos mesmos trabalhos, por anularem as suas profundas possibilidades.

Daí porque a Espiritualidade esclarecida recomenda, aos adeptos da Grande Doutrina, o máximo respeito nas assembleias espíritas, onde jamais deverão penetrar a frivolidade e a inconsequência, a maledicência e a intriga, o mercantilismo, o ruído e as atitudes menos graves, visto que estas são manifestações inferiores do caráter e da inconsequência humana, cujo magnetismo, para tais assembleias e, portanto, para a agremiação que tais coisas permite, atrairá bandos de entidades hostis e malfeitoras do invisível, que virão a influir nos trabalhos posteriores, a tal ponto que poderão adulterá-los ou impossibilitá-los, uma vez que tais ambientes se tornarão incompatíveis com a Espiritualidade iluminada e benfazeja.

Um Centro Espírita onde as vibrações dos seus frequentadores, encarnados ou desencarnados, irradiem de mentes respeitosas, de corações fervorosos, de aspirações elevadas; onde a palavra emitida jamais se desloque para futilidades e depreciações; onde, em vez do gargalhar divertido, se pratique a prece; em vez do estrépito de aclamações e louvores indébitos se emitam forças telepáticas à procura de inspirações felizes; e ainda onde, em vez de cerimônias ou passatempos mundanos, cogite o adepto da comunhão mental com os seus mortos amados ou os seus guias espirituais, um Centro assim, fiel observador dos dispositivos recomendados de início pelos organizadores da filosofia espírita, será detento da confiança da Espiritualidade esclarecida, a qual o levará à dependência de organizações modelares do Espaço, realizando-se então, em seus recintos, sublimes empreendimentos, que honrarão os seus dirigentes dos dois planos da Vida.

Somente esses, portanto, serão registrados no Além-Túmulo como casas beneficentes, ou templos do Amor e da Fraternidade, abalizados para as melindrosas experiências espíritas, porque os demais, ou seja, aqueles que se desviam para normas ou práticas extravagantes ou inapropriadas, serão, no Espaço, considerados meros clubes onde se aglomeram aprendizes do Espiritismo em horas de lazer.

Bezerra de Menezes (Do Livro “Dramas da Obsessão” – Psicografada por Ivone A. Pereira)

 

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